quarta-feira, 7 de março de 2012

Aconteceu no carnaval...

nao conheciamos ninguem..
não era festa liberal..
era baile de carnaval..
a beira mar..
depois da quarta tequila..
ela começou a dançar muitoooo..
o vestido branco que eu tinha dado de presente a ela..
começou a ficar todo molhado de suor..
e transparente..
eu ia buscar as bebidas e quando voltava tinha de quase resgatar ela do meio da gaviaozada..
até que uma hora voltei e ela estava dançando ensanduichada..
entre estes dois caras..
um mulato e um loiro..
era mão para todo lado..
quando ela me viu..
se safou dos dois e falou ao meu ouvido: "se você não me levar embora, não me responsabilizo..."
virei para ela e falei: "vamos ficar mais um pouquinho.."
ela virou o copo de tequila..
e me pediu mais uma..
fui buscar..
quando voltei ela só estava dançando com o mulato..
e ele puxando-a cada vez mais para um canto mais escuro da pista..
mas sei que a coisa foi esquentando..
chegou uma hora que a mão dele foi para dentro do vestido dela..
ela estava encostada nele, de costas..
ele a encoxando..
uma mão dele entrava pelo decote..
a outra subia e descia pelas coxas..
cada vez mais dentro do vestido..
e indo cada vez mais para o canto..
a mão dele destacava mesmo no escuro..
tanto do vestidinho branco..
quanto da pele branca dela..
era uma sensação misturada..
minha loirinha..
que havia casado comigo "quase" virgem rs..
mutos anos de casado ..
e ela lá..
até que as mãos dele entravam totalmente..
uma segurava um dos seus peitos..
a outra..
já levantava o seu vestido..
entrava por dentro da calcinha, que por sinal era minuscula..
quase tirava ela do chão..
estavam no canto e acho que só eu os via...
a cabeça dela jogada para tras..
a boca aberta..
ai chegou uma hora que a mão dela começou a ir para tras..
nisto ele começou a puxa-la para perto de uma porta..
sairam para a praia..
fui atras..
era escuro..
fiquei preocupado..
fui andando a uma distância que não me ouviam..
chegaram perto de umas pedras no final da praia..
eu fui me aproximando enquanto eles retomaram a agarração..
ela tirou a camisa dele..
abriu botão a botão..
e foi descendo com a boca..
lambendo peito e barriga..
arrancou a camisa..
e ele tirou o vestido dela..
la estava minha loirinha..
quase como veio ao mundo...
só com aquela calcinah minuscula que eu tinha dado de presente para ela..
se agachou na frente dele..
abriu o cinto da bermuda..
o botão..
baixou o ziper..
a bermuda caiu..
quando ela puxou a cueca para baixo..
aquela coisa bateu no rosto dela...
ela olhou por alguns segundos..
pegou com as duas mãozinhas..
ainda sobrava um pouco..
fui chegando cada vez mais perto..
ele foi puxando o rosto dela para perto..
até que aquela boquinha linda..
se abriu..
e começou a chupar aquela vara..
isto ela faz muito bem..
adoro..
mas parecia diferente..
acho que a situação..
o tesao..
a praia..
ela de joelhos ali..
eu ja estava também com meu pau para fora..
me punhetando...
até que uma hora ele a levantou...
ela tem 1,60..
ele devia ter 1,90..
ele a pegou no colo..
as pernas dela foram lá atras nas costas dele..
ela só de calcinha com aquela vara cutucando por baixo da calcinha..
achei que ia acontecer..
eles começaram a falar alguma coisa um no ouvido do outro..
ele a baixou..
vestiu a bermuda...
e saiu correndo..
eu fui até ela..
ela arrancou minha bermuda..
pergntei o que tinha acontecido??
ela meio que falou meio que gemeu..
que ele estava sem camisinha..
e que precisava de um pau agora..
não me fiz de rogado..
virei-a de costas na pedra..
ela empinou a bunda..
e eu entrei..
ela estava melada..
entrei facil, direto, de uma vez só..
foi entrar e ela gozar..
mas eu queria mais..
fiquei socando nela um bom tempo..
tirei a minha vara de dentro dela e sentei na pedra..
e puxei a para sentar por cima...
ela estava pulando como uma cabrita..
quando eu vi ao fundo uma figura vindo em nossa direção..
vinha segurando algo na mão..
ela nem viu ele se aproximando..
estava gozando em meu pau ainda...
quando ela se jogou para tras e se encostou em mim para respirar..
abriu o olho..
e já o viu..
ali pelado..
se punhetando na nossa frente...
ela olhou para mim meio que pedindo meio que perguntando meio que querendo..
fiz que sim com a cabeça..
ela o chamou para perto..
pegou ele com a mão e foi puxando..
até encher a boca..
ela me cavalgava..
e chupava ele ao mesmo tempo..
ai não aguentei..
e puxei ela até o talo..
e gozei muitoooooo..
e comecei a murchar..
até que escapou de dentro dela..
ela olhou para mim de novo..
com as duas mãos segurando aquela tora..
me beijou..
muito estranho..
tinha o cheiro dele naquela boquinha linda..
ela parou de me beijar..
ele entregou a camisinha para ela..
ela tem um jeito especial de colocar camisinha com a boca..
naquele tora grossa deu um pouco mais de trabalho..
mas foi..
sentou ele ao meu lado na pedra..
levantou-se de meu colo..
primeiro sentou e aquela coisa ficou na frente da barriga dela..
acho que ela ainda estava apreciando..
ele a ajudou a se levantar um pouco..
até para encaixar era mais dificil..
vi aquela piroca enorme encostar naquela xaninha lisinha que só tinha sido minha até então..
achei que não ia caber..
a hora que entrou aquela cabeçona ela soltou um grito rouco..
ele subiu ela de novo..
de dentro dela escorria minha porra..
melada..
e baixou..
desta vez..
entrou bem mais e ela gemeu longamente..
ele estava a abrindo..
alargando..
desbravando..
ela gemia sem parar..
subia e descia..
até que a bunda dela bateu nas coxas dele..
e a xaninha dela tinha engolido aquela tora inteira..
e ela berrava, uivava de tesao..
loucura total..
chegou uma hora..
que ele ficou de pé com ela no colo, impalada..
subindo e descendo..
parecia uma bonequinh..
que gemia e gozava..
pegou-a e a colocou na areia..
eu já estava de pau duro de novo..
ela de 4..
ele foi por tras dela..
e atolou aquela piroca de novo até o fundo..
quando ela abriu a boca para gemer..
enfiei meu pau em sua boca..
não aguentei muito tempo..
aquela cena..
ele bombando por tras..
e enchi a boquinha dela com meu leite..
mas o cara parecia que não acabava nunca..
até que uma hora ela começou a rebolar..
gozando de novo..
e começou a falar para ele: "vem putao, goza nesta putinha"..
e começou a jogar o quadril para tras com força..
ele começou a gozar..
as pernas dela começaram a escorrer..
olhei para aquele pau que entrava e saia..
e a camisinha estava arregaçada..
tinha arrebentado..
e estava puxada lá em cima..
ai já era tarde..
ele enchia aquela xaninha doce de porra..
e cada vez que ele urrava e enfiava até o talo..
mais ele gozava..
aos poucos ele foi terminando..
e depois de um tempo foi saindo de dentro dela..
saiu com um estalo..
deu um tapa na bunda dela..
se levantou..
pegou o vestido dela que estava ao lado e limpou aquele pauzao já meio mole..
jogou o vestido em cima de mim..
e soltou um: "valeu cara, sua gata é um tesao, quando precisar é só chamar"..
vestiu a bermuda e jogou a cueca em cima dela que ainda estava de 4..
presente para voce gata..
eu fui até ela..
não resisti..
fiquei de pau duro de novo..
antes que ela se levantasse..
melei meu pau na naquela xaninha que escorria, aberta..
e enfiei tudo, com jeito no cuzinho dela..
ela quase não reagia mais..
atolei..
bombei..
até gozar..
depois ajudei ela se levantar..
se vestir..
o safado tinha levado a calcinha dela..
e ela escorria..
por todos os lados..
levei-a para o carro..
quando chegamos em nosso ap na praia..
tive quase que carrega-la para dentro..
meu carro está até hoje manchado..
e meus amigos falam: quem voce comeu neste carro..
eu só dou risada..
no dia seguinte..
acordei..
com ela me chupando..
ela me chupou até eu ficar duro..
e sentou..
foi muito diferente..
não era igual..
não sentia muito ela..
ela rebolava..
e cavalgava..
mas ela estava diferente..
para sempre diferente.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Minha "esposinha"

Sou casado mas minha esposa não sabe de minhas fantasias.

Ai conheci pela internet esta mulher, casada, de fora daqui de SP. Ela é um tesao e safada que só. O marido não sabe das safadezas dela.

Semana retrasada ela veio a SP. Chegou em uma quarta e disse que queria me ver na quinta de manha para tomarmos café da manha juntos.

Cheguei no hotel que ela estava hospedada. Ela desceu, não nos conheciamos ainda, só pela internet. Tomamos café e no café ela foi me dizendo que no dia anterior tinha trepado a tarde inteira com um outro amigo. Falou detalhes tipo que o cara era muito pauzudo e gostoso.

Aquilo foi me deixando excitado. Ela continuou dizendo que durante a noite um outro amigo tinha ido no hotel que este tinha um pau MUITO grosso que deixou ela toda inchadinha.

Ela entao me convidou para subir para o quarto dela. Tudo muito louco. A cama estava toda desarrumada, e tinha um cheiro forte ainda no ar.

Comecei a fazer carinho nela perguntando se ela estava cansadinha, se precisava de uma massagem. Ela disse que sim e fui despindo ela carinhosamente. Ela ja tem quase 40 anos mas com um corpo muito gostoso. Peitos lindos e grandes, cintura agradavel e pernas bem feitas. Tirei a blusa e a calça deixando-a só de calcinha e sutia.

Deitei-a na cama de bruços e comecei a massagea-la. Perguntei se os amigos tinham tratado bem minha "esposinha" e ela começou a me contar em detalhes como tinha sido gostosamente fodida.

Virei-a de frente e soltei seu sutia. Aqueles peitos tesudos pularam e depois de beijar bem a boquinha dela (que eu sabia havia chupado muito pau) comecei a chupar os peitos gostosos que segundo ela tinha ganhado muito leitinho na noite anterior.

Depois desci pela barriga dela ate chegar naquela calcinha que tirei com os dentes e pude ver a xaninha lisinha, vermelha e inchada. Pela primeira vez na vida (que eu saiba), eu chupei uma xana recem fodida. Ela apertava minha cabeça na xana e falava para eu chupar gostoso. Fui aos céus.

Depois subi por cima dela e literalmente fodi a boca dela até gozar!! Foi a primeira vez que fodi uma boquinha tao safada. Aproveitei para depois beijá-la de novo tesudamente mesmo que cheia de minha porra.

Estou ansioso para a próxima vez que ela virá para ser mais uma vez minha esposinha safada.

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Esposas lindas: a mulher do seguidor ...

Esposas lindas: a mulher do seguidor ...: " só tem uma coisa melhor que ver a mulher dos outros pelada no nosso blog, que é ver nossa mulher  pelada no blog dos outros ...." mar...

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Corno de Cruzeiro - SP: Incentivando a Bel à meter

Corno de Cruzeiro - SP: Incentivando a Bel à meter: Sou casado com a Bel, minha adorada esposa, 30 anos, branquinha, baixinha, de boca carnuda e olhos azuis que formam um conjunto harmonioso, ...

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Esposa Puta Gostosa: HQ - O Dia da Sogra

Esposa Puta Gostosa: HQ - O Dia da Sogra: Amigos leitores, como trata-se de um cartoon muito longo - mais de 30 páginas - postei em tamanho menor... Basta clicar em uma das imagens q...

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Uma festa de casamento e tanto.. (parte II)

Leia a parte I antes para poder entender melhor o que vem a seguir...

Paty estava ali parada, com a boca aberta. Segui o olhar dela até a cobra que a hipnotizava. Ela escapava do short do Paulo pela lateral, e mesmo mole era grosso e comprido. Olhei para Paty, seus mamilos quase furavam o biquíni molhado. Cheguei por trás dela, abraçando-a e encoxando-a e puxei-a para o banheiro tirando ela do transe. Encostei ela na pia. Com uma mão soltei seu top e com a outra a parte de baixo de seu biquíni. Abaixei minha sunga e encostei a cabeça de meu pau na entrada de sua xaninha.

Com um único movimento entrei inteiro nela. Ela estava totalmente pronta. Por alguns segundos fiquei pensando o que teria causado aquilo, mas logo o rebolar daquela bundinha linda de minha Paty me fez esquecer todo o resto. Comecei a puxar aquele quadril cada vez com mais força, sem me preocupar que os gemidos dela pudessem acordar o Paulo no quarto ao lado. Em poucos minutos me acabei naquela bocetinha deliciosamente melada e enchi ela com minha porra quente.

Ela entrou na ducha e eu sai do banheiro. Paulo estava sentado na cama, encostado na parede. Não fez questão de esconder o volume em seu short e estava com um sorrisinho irônico no rosto. Virou para mim e fez aquele gesto típico com as duas mãos, perguntando se tinha sido bom. Fiquei sem graça e desconversei. Liguei a televisão para cortar o assunto.

Mais tarde a Paty saiu para ir se encontrar com a noiva no salão de beleza e eu fiquei ali com o Paulo no lobby do hotel tomando uma cerveja. O casamento era só as 8 da noite e ainda eram 5 da tarde. Ficamos falando do que todo homem gosta de falar: futebol e mulherada. Depois de algumas cervejas o Paulo já estava ficando mais solto e fez um comentário sobre a Paty:

- Rapaz, desculpe-me te falar, que corpaço tem a sua mulher...

Fiquei meio sem jeito e soltei um "obrigado" meio sem graça. E ele continuou:

- Lembrava dela na faculdade, mas naquela época ela era magrelinha. Ter filhos fez um bem danado para ela, hein?

- Pois é - eu disse sem saber se ficava puto ou entrava na conversa de brincadeira.

Ele continuou a me provocar:

- Mas não se preocupe que eu só peguei ela de leve na faculdade mano - e soltou uma gargalhada.

Ela nunca tinha me falado disto e eu repliquei:

- Ah para de falar mentira, cara, você continua o mesmo papudo de sempre.

- Pergunte a ela então - e soltou outra sonora gargalhada e o papo meio que morreu.

Eu subi para o quarto para me trocar. No banho não resisti e bati uma punheta sem saber muito bem por que. Aquele dia estava só no meio e tantas coisas já haviam acontecido. Sai do banheiro e o Paulo estava no quarto pelado, com uma revista na mão, também batendo uma punheta. Não pude deixar de olhar para o tamanho daquela piroca que ele massageava. Era enorme e meio curvada para cima. Mostrou a revista para mim e falou:

- Olha que bunda sensacional tem esta loira... não lhe lembra alguém?

Fiz que não entendi a indireta, vesti meu terno e gravata e falei para ele que esperava ele lá embaixo. Para piorar a situação eu estava preso a ele, pois estávamos rachando o aluguel do carro para ficar mais barato.

Ele desceu uns quinze minutos depois, e lá fomos nós buscar a Paty no salão de beleza. Quando a vi quase cai de costas. Ela estava simplesmente linda. Um tubo vermelho, com um corte na coxa. Quando ela andava deixava aquelas coxas lindas discretamente a mostra. E o decote era simplesmente de matar: um corte profundo na frente amarrado atras do pescoço deixando as costas quase toda de fora. Estava um espetáculo de mulher.

Antes que eu pudesse fazer qualquer coisa, Paulo abriu a porta da frente do carro para minha esposa e a fez entrar no banco da frente. Entrei no banco de trás e percebi que ao sentar, o vestido se abria e deixava uma boa parte da coxa da Paty de fora para o deleite de Paulo que olhava descaradamente.

A cerimônia religiosa transcorreu normalmente, e logo em seguida fomos todos para o local da festa. Novamente o Paulo fez questão de colocar a Paty ao lado dele no carro. Eu fui apertado atrás com mais um casal que demos carona.

Chegamos no salão de festas e já dava para perceber que a festa rolaria em alto nível. Garçons serviam champanhe francesa e os quitutes estavam deliciosos. A musica estava ainda sendo tocada por um DJ, mas o palco montado já indicava que teríamos musica ao vivo. Após o coquetel e o jantar servidos, entrou a banda em grande estilo. Musica dos anos 70, 80 e 90 dominaram a pista e quase todos os convidados dançavam. Tudo regado a muita bebida de primeira qualidade: champanhe francês, Whisky escocês e vinhos branco e tintos.

Com isto tudo rolando, a animação era geral, e eu e a Paty estávamos nos divertindo muito na pista e ambos bebendo muito. Já mais para o final da noite, Paty já havia tirado o salto e estava dançando descalça na pista. Eu já estava sentado em uma mesa próxima, um pouco cansado e bêbado. Percebi que Paulo não saia de perto dela mas achei que não havia problema. Até que a banda começou a tocar uma musica mais lenta, destas de dançar juntinho. Tentei me levantar mas estava realmente começando a ficar mal e achei melhor ficar quieto na mesa.

Pedi ao garçom água mineral e quando olho de volta a pista, vejo Paty e Paulo dançando. A mão do safado passeia pelas costas nuas de Paty ao som da música. Não tenho certeza mas algumas vezes tenho a impressão que ela chega a entrar por trás do vestido e roçar na bundinha dela. Ela ri e continua dançando. Não consigo escutar o que ele fala na orelha dela. Mas ela parecia estar se divertindo. Quando terminou a música ambos vieram para mesa ainda abraçados e rindo soltamente. Começamos a nos preparar para ir embora.

O manobrista trouxe o carro e entramos os três nas mesmas posições, eu atrás e eles dois na frente. Desta vez a Paty nem arrumou seu vestido deixando a coxa inteira a vista. O papo rolava animado no caminho e eu as vezes dava uma dormida rápida. Uma das vezes que acordei no caminho vi a mão de Paulo na coxa de Paty.

Chegamos ao hotel e fomos direto para o quarto. Eu e Paulo começamos a nos trocar no quarto e Paty foi para o banheiro colocar camisola. Paulo colocou somente uma short de pijama e ficou sem camisa dizendo que estava muito quente. O safado nem de cueca estava e deixava aquele volume todo a vista. Quando Paty saiu do banheiro, lembrei que ela havia trazido uma camisolinha super larguinha de seda preta que mal cobria a bunda dela e deixava os seios bem soltos. Imediatamente percebi a reação de Paulo que quase babava de tesão. Puxei Patricia para cama querendo cobri-la logo e nisto ambos tropeçamos e caímos no chão.

Paulo veio nos ajudar. Com a queda a camisola de Paty havia subido toda. Paulo ao tentar levantá-la caiu em cima de nós dois. Todos nós riamos, um pouco pela situação, e muito pela bebida. Vi Paty rindo e olhando para Paulo que tentava se levantar, quando ela disse:

- Paulo, seu passarinho está escapando da gaiola - rindo muito ela continuou - alias, está mais para uma cobra criada, não é amor?

Eu que não conseguia parar de rir não respondi. Paulo desistiu de tentar se levantar e apontando para Paty disse:

- Esta cobra está escapando por que está vendo uma aranha lisinha toda a vista!

Virei meu rosto e vi que Paty estava sem calcinha e com a queda estava com a xaninha quase na cara do Paulo e a Paty com o rosto a centimetros daquela vara que já estava ganhando vida. Antes que eu tivesse tempo de falar qualquer coisa, Paulo pegou a mãozinha de Paty e colocou-a em cima daquela piroca. Ela olhou para mim como que perguntando o que fazer. As palavras não saiam de minha boca e vi a mão dela começar a se mexer lentamente. Ela virou o rosto para olhar para aquela vara que começava a crescer e pulsar cada vez mais em sua mãozinha. Olhava e punhetava cada vez mais gostosamente.

Paulo começou a acariciar o rosto de Paty e foi com jeitinho empurrando ele cada vez mais perto de seu pau. Paty olhava hipnotizada para aquele mastro enorme e grosso. Sua mão quase não fechava ao redor e quando vi sua boca se abrindo sabia que a partir daquele momento nosso relacionamento seria diferente para sempre. Lá estávamos os dois, em um quarto de hotel, com outro homem junto e minha esposinha linda o punhetava e estava prestes a começar a chupá-lo.

Naquele momento pensei em parar com aquilo tudo, mas neste momento ele puxou a cabeça dela e colocou aquela cabeça grossa dentro da boquinha que até então só tinha sido minha. Ele segurava a cabeça dela com a mão e começou a movimentar o próprio quadril fazendo seu pau entrar e sair da boquinha de Paty. Em pouco tempo ela não precisava mais ser guiada. Já estava se entregando. Segurava ele com a mão e se posicionou melhor para com a cabeça começar a fazer um boquete como eu nunca tinha visto ela fazer.

Paulo aproveitou que ela havia se levantado um pouco, e puxou ela por cima dele, colocando aquela bocetinha gostosa bem em cima de sua boca e sem perder tempo começou a chupá-la deliciosamente. Eu ouvia os gemidos abafados dela. Ambos estavam agora em um delicioso 69. Paulo chupava o grelinho e começou a enfiar um dedo, depois dois naquela xaninha melada. Paty chupava aquela vara grossa com vontade, chupava, punhetava e lambia.

Depois de alguns minutos, os gemidos de Paty ficaram mais intensos, ela parou de chupar a vara de Paulo, olhou para mim e disse:

- Vou gozaaaaaaaaaaaaarrrrrrrrrrr - finalizando em um gemido e apertando a xana forte no rosto de Paulo que neste momento já estava com dois dedos dentro dela.

Depois dela estremecer toda, Paulo a tirou de cima dele, virou ela de 4 com rosto de frente para mim e se posicionou por trás dela. Ela olhava para mim ainda meio que em transe do gozo. Ele ficou brincando com aquele mastro na portinha da xaninha dela dando um tempo para ela se recuperar. Vi nos olhos dela, que abriram muito, quando aquela cabeça enorme finalmente entrou na sua xaninha apertada. Um grito rouco saiu de sua boca. E isto se repetia a cada vez que ele entrava e saia. Cada vez mais fundo, abrindo e desbravando aquela xaninha que até então só havia sido minha. Na quinta estocada, quando ele encostou a bunda dela em suas coxas, ela gozou novamente. Desta vez mais forte, mais solta.

Eu já não aguentava mais somente ver aquilo. Tirei meu pijama e de joelhos me posicionei na frente dela. Virei o rosto dela em minha direção, e enfiei minha pica naquela boquinha. Ela ia e vinha ao sabor das estocadas de Paulo em sua xana. E ele começou a acelerar, entrando cada vez mais forte e mais fundo. Parecia que ela estava em um estado de gozo contínuo. Vendo tudo aquilo eu não me aguentei e enchi aquela boquinha safada de porra.

Algum tempo depois, ele foi acelerando cada vez mais até que com um urro de prazer, começou a gozar. Ele berrava, estocava profundamente e gozava. Porra começou a escorrer pelas coxas dela. E finalmente ele saiu de dentro dela, deixando ela quase desmaiada no tapete. Levantou-se, deitou-se em sua cama e dormiu.

Aos poucos fui subindo Paty para nossa cama. Ela estava mole. Não falava coisa com coisa. Inebriada pela bebida e pelo gozo. Quando a ajeitei na cama, deitei ao lado e dormimos.

O dia seguinte... o dia seguinte fica para um próximo capítulo. Se vocês gostarem, é claro!